A influenciadora digital Virginia Fonseca, que se prepara para uma marcante estreia como rainha de bateria da G.R.E.S. Grande Rio no Carnaval de 2026, abriu o jogo sobre um dos seus maiores receios para a ocasião: a segurança e a fixação dos adereços íntimos, popularmente conhecidos como tapa-sexo. Em uma recente entrevista ao Jornal Extra, a nova majestade da tricolor de Caxias compartilhou experiências desconfortáveis que a deixam apreensiva para a sua jornada na Marquês de Sapucaí.
A Luta Contra a Transpiração e os Desafios do Figurino
Virginia detalhou os problemas recorrentes que enfrenta com adesivos e coberturas devido à sua intensa transpiração. 'Eu suo muito. Fico pingando, então tudo descola', explicou a influenciadora, mencionando que até mesmo protetores de mamilo costumam ceder. Essa condição fisiológica impõe um desafio extra na confecção e uso de fantasias carnavalescas, que são, por natureza, repletas de elementos delicados e fixados ao corpo.
Embora o segredo sobre o traje que usará no dia do desfile permaneça guardado a sete chaves, Virginia adiantou que sua equipe está tomando todas as precauções para evitar qualquer deslize indesejado. A influenciadora revelou que será necessário recorrer a fitas adesivas para garantir a cobertura adequada e a permanência de todos os componentes do look, assegurando conforto e confiança durante a apresentação na passarela do samba.
O Incidente no Ensaio de Rua e a Preocupação com o Desfile Oficial
A apreensão de Virginia não é infundada e foi intensificada por um episódio ocorrido durante um ensaio de rua da Grande Rio. A artista relatou um momento de pânico quando percebeu que sua roupa estava excessivamente molhada devido ao suor, e sentiu algo 'descendo', o que a levou a questionar se sua roupa íntima estava frouxa. 'Ficou o caos. Aí eu perguntava: 'Gente, minha perereca está aparecendo?'. As pessoas negavam, mas eu estava sentindo', contou, com um toque de humor sobre a situação embaraçosa.
Este incidente prévio acentuou sua preocupação para a grandiosidade do desfile oficial na Avenida. 'Não quero nem pensar agora na Avenida', confessou a futura rainha de bateria, que terá a responsabilidade de cruzar a Marquês de Sapucaí na terça-feira de Carnaval de 2026, um dos dias de maior visibilidade para as escolas de samba.
Em Busca de Soluções: Entre Fitas e Supercolas
Diante de tais desafios, a equipe de Virginia e a própria influenciadora têm explorado alternativas para garantir a segurança e a fixação das peças. Além do uso estratégico de fitas, a possibilidade de empregar supercola – um recurso adotado por alguns componentes para garantir que os adereços permaneçam no lugar – chegou a ser cogitada.
Entretanto, Virginia expressou sérias dúvidas sobre a praticidade e as consequências dessa opção. 'Não é possível! Como faz para tirar isso lá depois?', questionou, evidenciando a preocupação não apenas com a fixação durante o desfile, mas também com o processo de remoção e o impacto na pele, buscando um equilíbrio entre a necessidade de segurança e o bem-estar.
A trajetória de Virginia Fonseca rumo à sua consagração como rainha de bateria da Grande Rio em 2026 promete ser marcante, não apenas pela expectativa de seu carisma na Avenida, mas também pelos bastidores de superação de desafios pessoais. Sua honestidade ao abordar as inseguranças relacionadas ao figurino íntimo adiciona uma camada de realidade aos brilhos e glamour do Carnaval, mostrando que mesmo as figuras mais populares enfrentam dilemas nos preparativos para a maior festa popular do Brasil.
Fonte: https://portalleodias.com

